Promotor
Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, E.M.
Sinopse
Em 2014, Angel Bat Dawid reformou-se. Deixou o emprego numa loja de lingerie, levantou o dinheiro da pensão de reforma e usou-o para, durante um ano, se dedicar a tempo inteiro à música. Compositora, clarinetista, pianista, maestra, engenheira de gravação, formadora e DJ, a sua relação com a arte começou aos quatro anos com o filme Amadeus (1984). Encantada com a imagem do jovem Mozart, pediu para tocar violino na banda da escola. Recebeu um clarinete, instrumento que lhe pareceu muito pouco apelativo – isto é, até encontrar na biblioteca a cassete de uma gravação do Concerto para Clarinete (1791). A partir daí, o instrumento de sopro passou a ser o seu melhor amigo.
Durante o ano que tirou para se concentrar na música, começou a frequentar sessões de free jazz e sempre que aparecia uma oportunidade para tocar, mesmo com músicos que não conhecia, aceitava. Enraizada na fervilhante cena de Chicago, tornou-se uma figura de destaque dessa comunidade, indo em digressões com conterrâneos como Jaimie Branch e Ben Lamar Gay. Além disso, somou créditos em trabalhos de Moor Mother, Shabaka Hutchings, Bilal e André 3000.
The Oracle, o disco de estreia, chegou em 2019 com selo da International Anthem. Canalizando a energia cósmica de Sun Ra, Angel Bat Dawid canta e toca praticamente todos os instrumentos deste trabalho, que foi gravando e produzindo pela própria usando principalmente o telemóvel. Amplamente aclamado pela imprensa especializada, The Oracle estabeleceu-a como um nome de proa na música contemporânea centrada na integração da composição clássica, do gospel, do jazz e da improvisação, através de uma perspetiva afrofuturista. Um ano depois lançou LIVE (2020), álbum conformacional que regista o concerto da norte-americana e da sua banda, Tha Brothahood, no JazzFest Berlin de 2019. Inspirada pelo filme The Cry for Jazz (1959), que alegava que o jazz estava morto, Angel Bat Dawid decidiu fazer uma peça de louvor ao defunto género. Assim nasceu Requiem for Jazz (2023), uma suite de doze movimentos em grande parte gravado ao vivo no festival jazz do Hyde Park de Chicago e que conta com participação de Marshall Allen e Knoel Scott da Sun Ra Arkestra.
Preços
Descontos
- Alunos Ensino Artístico
- AM Incapacidade Multiuso
- Cartão ISIC
- Cartão Jovem
- Crianças até 12 anos
- Desempregados
- Estudante
- Maiores de 65 anos
- Pentágono
- Profissionais Espetáculo