Promotor
Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, E.M.
Sinopse
Se achamos que já vimos tudo o que uma guitarra elétrica pode fazer, desenganemo-nos. Ex-Easter Island Head estão cá para provar que há sempre mais vida a nascer das seis cordas. Diretamente da vanguarda de Liverpool, uma cidade historicamente vibrante na música, foram descritos pelo The Guardian como “uma das experiências mais ousadas da música britânica”. Dispostas na horizontal, as suas guitarras (e o seu baixo), são modificadas fisicamente, em vez de carregadas de distorção e efeitos. A banda prepara os instrumentos, insere varas e mecanismos, e usa técnicas estendidas com baquetas, bamboo, chaves Allen e até vibrações de telemóvel.
Frequentemente comparados com pioneiros como Glenn Branca, Rhys Chatham, Steve Reich ou John Cage, Ex-Easter Island Head entraram em cena com a trilogia Mallet Guitars (2010, 2012 e 2013), um título sugestivo para a prática que os acompanha desde então. Seguiram-se Large Electric Ensemble (2014) e Twenty-Two Strings (2016). Recentemente, voltaram aos lançamentos com o brilhante e muito aclamado Norther (2024), desta vez adotando o termo meteorológico dos ventos fortes e frios do norte. Este sexto trabalho foi eleito o disco do ano para a revista The Quietus e destacado em praticamente todas publicações de referência, como The Wire, Pitchfork, Loud and Quiet, The Guardian, Far Out Magazine, New York Times ou Uncut Magazine. Ao longo dos anos, a banda tem-se apresentado em festivais de proa como Le Guess Who?, ATP e Supersonic. Em 2025, acompanhando o grande destaque do LP mais recente, foram convidados por Robert Smith, dos The Cure, a reinterpretar a canção Alone, inserida no álbum Mixes of a Lost World.
Preços
Descontos
- Alunos Ensino Artístico
- AM Incapacidade Multiuso
- Cartão ISIC
- Cartão Jovem
- Crianças até 12 anos
- Desempregados
- Estudante
- Maiores de 65 anos
- Pentágono
- Profissionais Espetáculo