Promotor
Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, E.M.
Sinopse
Foi com LushRush (2006) que Midori Hirano se mostrou pela primeira vez. Intercalando o piano e outros instrumentos de cordas com glitches (falhas eletrónicas) e samples, a compositora dizia bem ao que vinha. A consolidação chegou dois anos depois com klo:yuri (2008). Editado pela japonesa noble – selo responsável por lançar boa parte da eletrónica experimental do país ao longo da década de 2000 –, este segundo trabalho foi amplamente aclamado pela crítica. A revista Time chegou a descrevê-lo como “familiar e estranho em simultâneo, e com a qualidade inefável de um sonho”. Natural de Quioto e atualmente a viver em Berlim, a sua música sobrepõe a esfera da composição clássica que estudou e o interesse pela experimentação eletrónica, pelos sons sintetizados, pelo processamento sonoro e pela fragmentação de gravações de campo.
OTONOMA (2026), disco mais recente que apresenta neste concerto, parece ser o culminar de toda esta prática. Lançado pela Thrill Jockey em fevereiro, o álbum canaliza todo o percurso em nome próprio da compositora, bem como as explorações rítmicas sob o pseudónimo MimiCof. Ao longo do disco, a compositora recorre a sequenciadores de sintetizador modular para criar padrões que funcionam como contraponto às melodias. O ênfase dado às texturas do sintetizador, a sua interligação com o piano e a variedade de ritmos tornam-se na marca distintiva da atmosfera que percorre OTONOMA.
Somando comparações a pioneiros como Philip Glass e Suzanne Ciani, Midori Hirano chega ao gnration para a sua primeira passagem por Portugal em mais de dez anos.
Preços
Descontos
- Alunos Ensino Artístico
- AM Incapacidade Multiuso
- Cartão ISIC
- Cartão Jovem
- Crianças até 12 anos
- Desempregados
- Estudante
- Maiores de 65 anos
- Pentágono
- Profissionais Espetáculo